Eu fui criado por minha avó, que era era costureira e tinha outra filha além da minha mãe. A profissão da minha avó foi o que proporcionou a maior parte do meu contato com publico feminino na infância. Mulheres de vários tipos e idades; e de diversos lugares também, a fama da minha avó se estendia bastante. Esse contato aconteceu desde sempre, me acompanhou por quase todas as fases do meu crescimento. Desde o asco pelo sexo oposto passando pela curiosidade até o interesse. Lembro de cenas onde apenas era deixado no canto ou no chão do ateliê e de quando comecei a ser obrigado a sair, talvez pela idade ou por ter sido pego olhando alguma bunda ou peito que aparecia.
Veja, não eram modelos ou aquela gatinha que mora na sua rua, na maioria eram as mães, avós, tias ou só alguma dona que quisesse alguma peça de roupa nova ou algum conserto em algum trapo velho. Porém, eram mulheres, diferentes das que eu convivia. E gosto de pensar que todo homem passa por essa fase, onde qualquer ser do sexo oposto causa algum tipo de interesse, até os que depois se veem interessados pelo mesmo sexo. Inicialmente, me lembro que era apenas uma curiosidade como "Por que eu fui posto pra fora? O que elas vão aprontar?", depois acabou sendo algo diferente "Essa dona usa calcinhas como da minha avó ou da minha tia?". E não preciso dizer que esse questionamento logo traz uma ereção dentro das calças.
Agora toquei em um assunto que não sei quantos amigos, primos ou qualquer homem já passou; as parentes. Aquela tia c uma bela bunda, ou a prima com os peitinhos crescendo que não tem pudor de trocar de roupa na sua frente, ou a esposa do seu tio, que entrou pra família agora mas você não sabe o nome dela direito nem como aquela camisa não explode tentando segurar aqueles peitos enormes. Mas todas essas situações também passam a ser motivo do seu pau não mais servir só pra mijar. A imaginação fervilha, e alguns acidentes, como sua tia da bunda enorme abaixar e aparecer a calcinha, ajudam para isso acontecer, e logo o banho da noite, vai durar um pouco mais que o normal daqui pra frente.
Muitos podem me taxar de tarado, pervertido; talvez alguém que me conheça e leia esse texto confirme alguma suspeita de algo; e saibam, seus filhos da puta, essa taxação não vai abrandar aquele tesão que tinha ou ainda tem naquela sua prima que do corpão, ou todas as punhetas que você bateu p sua tia nas viagens pra praia. E não se limita a sua família, em toda turma tem um amigo c uma mãe gostosa ou uma irmã que em algum momento vai desertar o interesse. E, ao meu ver, desejar comer a mãe do seu amigo é como desejar comer a esposa peituda do seu tio.
Não quero me justificar ou retratar por todas as punhetas, os sonhos e as fantasias que tive com tias, primas, sobrinhas, mães e etc. Mas acho que essa fase, em que toda mulher minimamente atraente fez com que a imaginação trabalhasse e endureceu meu pau, foi crucial para ser o que sou hoje. Que faz com que eu prefira aquele ou esse tipo de mulher, de corpo ou de comportamento. Mas mentalidade e comportamento é pra outro texto. Agora foi pra falar dos corpos, das bundas, dos cabelos, dos peitos, barrigas, pernas e todas as outras partes do corpo feminino que me atraíram e me atraem até hoje.
E antes que me pergunte ou fique imaginando se ainda tenho tesão em alguma tia, prima ou mãe de amigo, eu posso dizer seguramente é que essas opções só aumentaram com o tempo. Mais amigos, tios e primos que se casam e agregam mais parentes. Mais decotes a se olhar, mais bundas para me virar a cabeça, mais abraços apertados para sentir os peitos apertados contra meu corpo, além das brincadeiras e flertes inocentes. Sem falar do álcool, que sempre pode ser uma justificativa para aquela esfregada mais safada, ou uma bolinada menos inocente.
HL
Nenhum comentário:
Postar um comentário